Quando perder o rumo é a nova tática de jogo…
Ah, o Flamengo e suas aventuras! Imagina uma montanha russa onde o carrinho diz “vai e vem” em vez de “uai, trem”! É assim que o Mengão anda jogando. Na última quarta-feira, eles estacionaram o carrinho em um empate de 1 a 1 contra o Central Córdoba. Nada como uma viagem fora de casa para complicar a Liberta! Filipe Luís, com aquela cara de quem esqueceu o ovo no fogo, reconheceu que o time às vezes parece mais perdido que arara em tiroteio no que diz respeito à confiança. Ele comentou que o Flamengo estava navegando suave, como um pato no Lago da Pampulha, mas do nada deu de cara com uma onda de baixos. Preocupado, o treinador traçou o caminho do tesouro perdido: “Treinar, jogar e perdoar”, palavras sábias para um técnico com a missão de ressuscitar até a confiança de planta de plástico.
Enquanto isso, a torcida pensa: “Será que o Flamengo tá jogando um jogo de tabuleiro onde pular de alegria um dia e cair no buraco do desânimo no outro é parte das regras?” A irregularidade está mais firme que promessa de político, pontuando campanhas nos gramados do Brasileirão e jogos com a intensidade de nostalgia! O Mais Querido tanto dá shows quanto ensaia um sono profundo durante partidas decisivas, colocando corações rubro-negros em modo “segura peão”.
O futuro na Libertadores parece um enigma digna de filme de ficção científica e, como disse o profeta moderno Filipe, só resta ao Flamengo o dever de conquistar Maracanã, na esperança de que vencer o Bahia acenda as velas desse barco chamado temporada. E lá vem o narrador, cheio de emoção, ampliando enquanto é ao som de uma vuvuzela desenfreada e clamando por um final épico à la novela mexicana no próximo jogo!
