Um samurai flamenguista em terras argentinas…
Ah, o Flamengo! Empatou com o Central Córdoba como quem empata uma partida de peteca num churrasco de família, onde ninguém lembra o placar. O técnico Filipe Luís lançou mão de Danilo, a nova arma secreta do Mengão, como quem tira um coelho da cartola para mostrar em rede nacional. Com a justificativa tática de deixar até os torcedores argentinos coçando a cabeça, Danilo virou o samurai canhoto que eles não esperavam.
A estratégia era clara: Danilo tinha que combater as chuvas de bolas rivais com a mesma destreza de um ninja defendendo seu dojo. Filipe Luís, no auge da sabedoria futebolística, disse que não teve dúvidas em colocar seu herói de perna esquerda na linha de frente. E, com um sotaque que misturava espanhol e carioca no pós-jogo, declarou que Danilo é como um amuleto da sorte num jogo de truco no Maracanã lotado.
Mas, ah, o pobre Léo Pereira! Saiu aos 30 minutos do segundo tempo, trocado por Léo Ortiz, como quem tira o sorvete da mão só para dar a casquinha ao irmão mais novo. O Flamengo precisa agora vencer os dois próximos desafios como quem precisa comer dez pizzas para ganhar um concurso de quem come mais. E a torcida, bem, essa continua acreditando que com Danilo em campo, o impossível é só uma palavra feia.
