Filipe Luís vira filósofo e distribui a culpa…

O Flamengo estava mais arisco que um gato no telhado até que, de repente, Pedro Raul do Ceará decidiu tirar um coelho da cartola ao estilo Houdini! O rapaz recebeu a bola em uma cobrança de escanteio que mais parecia uma aula de geometria, e estragou a festa rubro-negra com um truque de mágica que resultou em empate, 1 a 1! Filipe Luís, o técnico filósofo do momento, resolveu que, para o metrô das responsabilidades, o desenho da culpa era coletivo – um verdadeiro samba de falhas, onde todos deram o seu passinho para trás!

Sob a luz dos flashes e com ar de detetive, Filipe comparou nossos nobres jogadores a detetives de filme B, perdendo o suspeito no meio da multidão. “Foi o Rossi, foi o Léo… foi todo mundo e não foi ninguém!”, exclamou ele, com o charme de um Sherlock sem cachimbo. Entre gols e tropeços, o técnico assegura que não vai apontar dedos, exceto quando for para pedir mais biscoitinhos de sorte!

Agora, com as emoções tão longe de calmarias quanto um barco à vela num furacão, o Flamengo se prepara para enfrentar novas ondas turbulentas. Primeiro pela Copa do Brasil contra o Galo na quinta-feira e, logo depois, tenta não botar o carroça na frente dos bois enfrentando o Mirassol no Brasileirão. O Maracanã que se segure, porque o carnaval de emoções e confusões está só começando!